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A Titi já volta

A Titi já volta

O que visitar em Amesterdão?

Resumo por zonas*

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Zona Ocidental:

- Canal Prinsengracht

- Museu Anne Frankhuis

- Igreja Westerkerk

- Woonbootmuseum

- Bairro Jordaan

- Mercado Noordermarkt

- Tulip Museum

- De Poezenboot

 

 

Zona Centro:

- Amsterdam Museum

- Canal Singel

- Bloemenmarkt

- Canal Herengracht

- Praça Dam

- Palácio Real Koninklijk Paleis

- Igreja Nieuwe Kerk

- Igreja Oude Kerk

- Red Light District 

- Central Station

- Chinatown

 

 

Zona Oriental:

- Ponte Magere Brug

- Museu Het Rembrandthuis

- Science Center Nemo

- Amstel

 

 

Zona dos Museus:

- Rijksmuseum

- Museu Van Gogh

- Museu Stedelijk

- Heineken experience

- Vondelpark

- Leidseplein

 

* Baseado na minha viagem a Amesterdão e no Guia CityPack Amesterdão da Porto Editora.

 

Ver também o meu roteiro - Amesterdão: 4 dias na cidade dos canais

 

Até à próxima viagem!   

Titi

Amesterdão: 4 dias na cidade dos canais

Estávamos no início do Outono de 2015 e pretendíamos explorar uma cidade em 4 dias. Após algumas pesquisas escolhemos uma cidade onde iríamos encontrar cerca de 165 canais, 1281 pontes, 6 moinhos, 2500 casas-barco e 880000 bicicletas.

Destino organizado e malas feitas, foi altura de embarcar em mais uma aventura.

 

Dia 1 – Viagem Lisboa-Amesterdão 

 

A viagem teve início numa quinta-feira. Às 7 horas da manhã partimos do aeroporto de Lisboa num voo da Tap com destino a Amesterdão. Às 11 horas locais aterrámos no Aeroporto de Schiphol e tivemos uma perceção imediata que este era um aeroporto de grandes dimensões, tal foi o tempo que demorámos a chegar à porta de desembarque.

Os transportes disponíveis para nos deslocarmos ao centro de Amesterdão, que dista 13Km, são o autocarro, comboio ou táxi. Optámos pelo comboio, em que a estação encontra-se à saída da área de desembarque do aeroporto. Os bilhetes são comprados numas máquinas automáticas amarelas, sendo necessário seguir alguns passos que passo a descrever. Em primeiro lugar, podemos escolher entre viagem única ou de ida e volta no mesmo dia, escolhe-se o destino (Amsterdam Central) e optamos entre primeira ou segunda classe. Depois escolhe-se a opção “full fare” no caso dos turistas e escolhe-se a validade do bilhete entre “valid today” ou “open date”. De seguida escolhemos a quantidade de bilhetes que pretendemos comprar e o tipo de rota entre a NS Only ou Fyra. A NS Only é a opção mais barata por ser um pouco mais demorada. Por fim, é só escolher o modo de pagamento.

Depois foi só procurar nos painéis informativos o número da linha de onde iria sair o comboio. A viagem até ao centro demorou cerca de vinte minutos, sendo Amsterdam Central Station a estação terminal.

Ao sairmos da estação tivemos o primeiro vislumbre da maravilhosa arquitetura de Amesterdão. Amesterdão é uma cidade de canais caracterizada por famosos telhados e onde existe tolerância de experiências e excentricidades. A partir deste momento estávamos preparadas para começar a percecionar e sentir a essência da cidade.

 

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O clima estava agradável, com um dia de sol e algumas nuvens. Seguimos a pé em direção ao bairro Jordaan onde tínhamos alugado um apartamento através da plataforma homeaway. Este bairro situa-se na zona ocidental da cidade, sendo na minha opinião a zona mais fotogénica e onde se encontra a verdadeira alma da cidade, rodeada de belos canais, lindíssimas casas e lojas seculares.

 

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Depois de devidamente acomodadas num típico e aconchegante apartamento holandês, em Westerstraat, fomos à descoberta desta cidade. Começámos por explorar a zona de Jordaan conhecida por Negen Straaties (nove ruas) que se estende desde o canal Singel ao Prinsengracht. Trata-se de um bairro boémio e popular com um labirinto de canais, ruas estreitas, lojas, cafés e restaurantes. A sensação de nos perdermos por estas ruas tornou o passeio mais rico pelas surpresas que íamos encontrando.

Fazendo um relaxante passeio ao longo dos canais encontrámos lojas curiosas, fora do comum e algumas lojas de produtos em segunda mão.

 

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No canal Prinsengracht encontramos típicas casas, armazéns e casas-barco cheias de flores. Nesta importante via pedonal existem as mais belas casas-barco da cidade, atracadas nas margens do canal, e que proporcionam um estilo de vida alternativo e cada vez mais dispendioso para quem escolhe este modo de acomodação.

 

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Woonboot museum é um museu no interior de uma embarcação e mostra como é viver numa casa dentro de água. Este museu transmite a sensação de se estar numa casa de família.

 

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Passámos por Westerkerk, a igreja mais visitada da cidade e que oferece uma fabulosa vista da torre do relógio.

 

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Os canais Prinsengracht, Herengracht e Keizergracht formam o famoso Grachtengordel (anel de canais) em forma de ferradura.

 

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Ao chegarmos à Dam percebemos que estamos no coração da cidade. Esta praça alberga o Palácio Real Koninklijk Paleis que apresenta impressionantes pormenores na sua fachada. A praça está geralmente apinhada de turistas e artistas de rua e por estes dias estava a decorrer uma feira popular.

 

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A norte da praça fica a maior cadeia de armazéns da cidade, De Bijenkorf. Após percorrermos a feira fomos até ao centro comercial Magna Plaza.

 

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Neste dia tivemos de optar sobre a forma como nos iríamos deslocar pela cidade nos próximos dias. Já sabíamos que o meio de transporte mais utilizado era a bicicleta e já tinha lido alguns blogs que alertavam para o cuidado que devíamos ter em relação a este meio de transporte. Assim que chegámos a Amesterdão pudemos constatar o cuidado que os peões têm de ter. As bicicletas são tantas e andam a uma velocidade que em certas alturas não sabia por onde atravessar a estrada. Mas foi só confusão de principiante.

 

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Contudo, por mais divertida que seria a experiência de alugar uma bicicleta, pensei que o objetivo principal era descobrir a cidade sem ter de visitar um hospital. Desta forma optámos pelo autocarro turístico hop-on hop-off. Comprámos o bilhete combinado de autocarro e barco para o dia seguinte (20€) e o bilhete para o museu Van Gogh (17€).

 

Deixámos para o final da tarde a visita a Anne Frankhuis. Esta é uma dica para quem não conseguiu adquirir bilhete online com antecedência. Eram cerca das 19 horas quando fomos para a fila que era bem menor, em comparação com o início da tarde.

Visitar este museu é uma experiência impressionante, principalmente ao passarmos pela falsa estante que escondia a entrada para os quartos escuros como descrito no diário de Anne Frank. Foi neste anexo secreto que as famílias Frank, Van Pels e Fritz Pfeffer se esconderam dos nazis. É uma experiência que emociona quem já conhece esta história, mas também inspira quem não conhece a ler o diário. Existem vários testemunhos que vemos no vídeo interativo e na biblioteca presente no museu.

 

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Quando saímos do museu já tinha anoitecido e já se fazia sentir algum frio. De regresso ao bairro Jordaan, os locais já se encontravam a desfrutar deste fim de dia nos cafés.

O primeiro dia em Amesterdão foi marcado pela agradável surpresa do estilo descontraído e simpatia dos habitantes que dominam várias línguas.

 

Dia 2 – Tour turístico pela cidade de Amesterdão

 

No segundo dia por terras holandesas iniciámos o tour turístico pela cidade no autocarro hop-on hop-off a partir da paragem na Central Station. Numa primeira fase do percurso passámos pelo Museu Science Center Nemo, Museu Marítimo Nacional, Palácio do mar, moinho de Gooyer, Museu Tropical e Artis Royal Zoo.

 

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Saímos na paragem que incluía uma visita guiada à fábrica Gassan Diamonds. Visitámos o atelier de lapidação de diamantes e terminámos na sala de vendas. Esta visita foi uma agradável surpresa, onde ficámos a conhecer o modo como as pedras são trabalhadas até chegarem ao diamante e as várias formas em como são classificados.

 

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Continuámos o tour pela zona oriental de Amesterdão, numa área mais residencial com vivendas e num cenário de canais e docas. Passámos pelo Amsterdam Icebar e saímos na paragem em frente ao Heineken Experience.

 

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A partir daqui fomos até ao Mercado Albert Cuyp. Trata-se do maior, mais conhecido e mais barato mercado ao ar livre. Aqui encontra-se de tudo, desde fruta, peixe, livros, eletrónica. O mercado funciona todos os dias exceto ao Domingo. Aproveitámos para comprar alguns queijos holandeses como o conhecido queijo gouda. Também experimentámos o Stroopwafel, uma bolacha de origem holandesa que consiste em dois wafels unidos por uma camada de caramelo.

 

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Retomámos o tour e só voltamos a sair no ponto de onde tínhamos partido, em Central Station. Continuámos a explorar a cidade no barco hop-on hop-off, tendo a experiência de navegar pelos canais de Amesterdão. Obtivemos uma perspetiva diferente de alguns locais por onde já tínhamos passado, nomeadamente o canal Amstel e Prinsengracht. Passámos pela ponte Magere Brug e saímos ao pé da casa de Anne Frank.

 

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Após o almoço visitámos De Poezenboot, um refúgio de gatos abandonados que vivem num barco no canal Singel. Após algumas explicações sobre como os gatos vivem a bordo e sobre o que caracteriza este projeto, temos contacto com os gatos. A entrada é grátis sendo possível fazer donativos e o horário das visitas é das 13 às 15 horas. Não existem visitas ao Domingo e quarta-feira. Tornou-se uma atração turística da cidade, mas aconselho a visita aos admiradores de gatos.

 

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Depois percorremos a pé o canal de Singel, um dos locais mais encantadores com vistas maravilhosas da cidade. Ao longo deste canal encontramos o Bloemenmarkt, um mercado de flores que são exibidas em pequenas barcaças. Vimos várias espécies de girassóis, lírios, rosas, tulipas, entre outros, que transmitem um cenário idílico. Em frente ao mercado estão várias lojas de souvenirs.

 

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Descemos as avenidas Vijzelstraat e e Vijzelgracht até à zona dos museus onde tínhamos a visita com horário marcado no Museu Van Gogh.

Chegámos a Museumplein, uma praça onde encontramos o Rijksmuseum, o museu Van Gogh e o museu Sterelijk. Esta zona fica fora do coração histórico e perto do principal parque da cidade. É uma importante zona cultural que homenageia vários artistas.

Nesta praça tirámos as icónicas fotografias em frente às letras “I am Amsterdam”.

 

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Perante as opções culturais dos vários museus existentes, optámos por um museu de arte moderna, o Museu de Van Gogh. Pretendíamos conhecer as obras do mestre do famoso quadro de girassóis.

 

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Neste museu é possível observar o percurso de vida de Van Gogh ao longo de uma ampla exposição da sua arte, uma vez que as obras estão ordenadas cronologicamente. As mudanças por que passou ao longo da sua vida estão explícitas nos seus quadros onde inicialmente pintava em forma de impressionismo e mais tarde tornou-se mais expressionista. O museu detém a maior coleção mundial de obras do artista. Fiquei a saber que Van Gogh apenas vendeu um quadro em toda a sua curta vida. Algumas das mais famosas obras que pude contemplar foram: girassóis (1887), lírios (1889), os comedores de batatas (1885), o quarto em Arles (1887) e campo de trigo com corvos (1890).

É possível passar um dia inteiro neste museu, devido à sua dimensão.

De seguida percorremos algumas ruas de Oud-Zuid, assim como a rua Van Baerle-straat onde se situam as melhores lojas de designers internacionais e holandeses.

Antes de anoitecer ainda visitámos Vondelpark, o maior parque de Amesterdão. Este parque é perfeito para apanhar sol, correr, andar de bicicleta ou apenas para passear e relaxar. O parque está rodeado de vários jardins, parques infantis e cafés.

 

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Depois passámos pela Leidseplein, a praça mais animada da cidade que apesar do fluxo constante de elétricos mantém a essência holandesa. À noite a praça é caracterizada pelo tom néon, artistas de rua e esplanadas apinhadas que a tornam um local imperdível e bem ativo até de madrugada.

Depois de desfrutarmos do ambiente nesta zona regressámos a casa pela avenida Marnixstraat.

 

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Neste segundo dia em Amesterdão foi possível ficar com uma ideia geral da cidade e das várias atrações culturais que esta oferece. Só ficou a faltar explorar a zona mais central que deixámos para o terceiro dia.

 

Dia 3 – Amesterdão e visita a Zaanse Schans 

 

O terceiro dia amanheceu com o céu nublado, pelo que foi o dia mais frio que passámos em Amesterdão. Ao sairmos do apartamento passámos pelo Noodermarkt, o mercado de rua do bairro Jordaan, onde encontramos uma mistura de roupas, antiguidades e flores. Vive-se um ambiente relaxante e o mercado só decorre à segunda-feira e ao sábado.

 

 

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Para este dia tínhamos definido fazer uma viagem até Zaanse Schans de manhã, e no regresso explorar o que nos faltava conhecer no centro da cidade.

Zaanse Schans situa-se em Zaandam que fica a 22 Km de Amesterdão. Trata-se de uma região onde já existiram mais de mil moinhos, tendo sido uma importante zona industrial no século XVIII.

Assim sendo, seguimos a pé até à Central Station onde apanhámos o bus nº391 da empresa Connexion. O bilhete custou 5€ e o autocarro sai a cada quinze minutos da plataforma E. Após 40 minutos estávamos à entrada de Zaanse Schans, que é a última paragem do autocarro.

A entrada para visita aos moinhos foi 4€ e estão abertos entre as 10 e as 17 horas. Atualmente existem 14 moinhos estando apenas seis abertos a visita. Também encontramos casas históricas, lojas de recordações, cafés, e espaços de demonstrações tradicionais.

 

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Na entrada da vila encontramos o Zaans Museum, um museu que conta a história de Zaanse Schans até à atualidade.

 

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Visitámos a fábrica de queijos Catharina Hoeve, onde podemos observar o processo de fabricação artesanal dos queijos. O queijo gouda é mundialmente conhecido e tem origem holandesa. Quanto mais envelhecido, mais intenso é o seu sabor.

 

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Também visitámos alguns moinhos em que fazem uma explicação e demonstração de como o moinho funciona.

 

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Por último, visitámos uma fábrica de tamancos de madeira onde tivemos oportunidade de ver como se fazem os tamancos. Têm também uma loja.

 

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Zaanse Schans é um verdadeiro museu a céu aberto, com paisagens tipicamente holandesas.

Fizemos a viagem de autocarro de regresso a Amesterdão onde já chegámos por volta das 16 horas.

Foi nesta altura que dedicámos tempo à zona mais central da cidade, o coração e eixo turístico com os canais, edifícios medievais, principais avenidas de compras e o ostensivo Red Light District.

Saindo da Central Station passámos pela zona de Chinatown que deve o nome à grande comunidade chinesa que vive em Amesterdão.

Assim que visualizamos um tom de vermelho néon nas ruas percebemos que entrámos no Red Light District, onde prostitutas acenam em montras iluminadas. Na Holanda a prostituição é legal e socialmente aceite. Esta zona é uma das maiores atrações da cidade para alguns turistas , e a multidão de pessoas nestas ruas confirma isso mesmo.

Rodeada de bares, cafés e sexshops encontra-se Oude Kerk, a igreja mais antiga da cidade.

Fizemos algumas compras nas avenidas Damrak e Rokin onde se situam lojas mais económicas.

Um pouco por toda a cidade existem os bairros boémios e as coffee shops onde tudo se fuma, mas nesta zona existem em maior abundância. Estes cafés são reconhecidos pelo décor psicadélico e um ambiente descontraído. As leis de liberalização das drogas permitem a venda de canábis em cafés e pequenas lojas.

 

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Amesterdão é uma das capitais europeias mais fervilhantes em diversão noturna. Existe uma intensa oferta de música incluindo o jazz.

Retornámos ao apartamento já de noite para recuperarmos energia para o último dia nesta cidade.

 

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Dia 4 - Amesterdão e Viagem de regresso a Lisboa

 

Iniciámos a manhã num kaffehuis onde servem o café tipicamente holandês. O dia amanheceu com sol e sem nuvens, o que tornou as vistas sobre os canais ainda mais encantadoras.

Após comprarmos alguns queijos voltámos ao apartamento para efetuarmos o check-out.

 

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Seguindo caminho por Prinsengracht encontrámos o Tulip Museum, um museu que conta a história das tulipas desde a sua origem na Ásia Central. Na loja é possível comprar todos os bolbos possíveis e imaginários. Aproveitámos para comprar alguns bolbos para posteriormente plantarmos em Portugal.

 

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Passeámos mais uma vez por  esta zona, que na minha opinião é das mais bonitas de Amesterdão. Adorei a experiência de nos alojarmos no bairro de Jordaan e termos a possibilidade de contactar com os locais e perceber o modo como estes vivem e desfrutam o dia-a-dia.

 

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Passámos algumas horas entre Singel, a Dam, Spuistraat e Voorburgwal, onde fizemos algumas compras de última hora na companhia de alguns gatos. Sim, em Amesterdão os animais podem entrar nas lojas e são respeitados de uma forma como nunca vi em outro país.

 

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Ao almoço provámos as famosas batatas fritas servidas em cone. São crocantes por fora e macias por dentro. Existem vários locais espalhados pela cidade que vendem estas batatas com uma grande diversidade de molhos.

 

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Foi altura de nos despedirmos da encantadora Holanda dos canais, dos moinhos de vento, dos queijos e das tulipas. Amesterdão é um destino europeu ideal para umas mini-férias ou um fim-de-semana prolongado.

 

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A maioria dos turistas visita a cidade entre Abril e Setembro. De Março a Maio as tulipas estão em flor.

Apesar de no Outono o tempo ficar cada vez mais frio e ser mais provável a existência de aguaceiros, arriscámos e o clima ajudou a desfrutarmos da cidade. Além disso, nesta altura não existem tantos aglomerados de turistas o que permitiu ficarmos com uma visão mais autêntica dos edifícios e das pontes históricas de Amesterdão.

O autocarro turístico permitiu obtermos uma visão geral, mas a cidade é facilmente percorrida a pé. Uma experiência a não perder é um passeio de barco pelos canais onde se obtém um panorama diferente da cidade.

No regresso ao aeroporto fizemos da mesma forma do dia em que chegámos. Na Central Station apanhámos o comboio na direção de Schiphol. Após 20 minutos estávamos no aeroporto de onde partimos às 17h50.

 

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Eram praticamente 20 horas quando aterrámos em Lisboa.

O estilo de vida descomplicado que os locais vivem, e até mesmo a forma como se transportam, transmite uma sensação de felicidade e independência contagiante. Será algo que irá ficar nas nossas memórias como recordação de Amesterdão.

 

Ver também o resumo por zonas - O que visitar em Amesterdão?

 

Até à próxima viagem!   

Titi

O meu primeiro Cruzeiro nas Ilhas Gregas - Dia 9: Desembarque e regresso a Lisboa

Cruzeiro no Splendour of the Seas - Royal Caribbean

5 a 13 de Setembro de 2014 – Veneza, Kotor, Corfu, Atenas, Mykonos, Argostoli

 

Dia 9 - Desembarque e regresso a Lisboa

 

O navio chegou a Veneza às seis e meia da manhã. Recebemos na nossa cabine o extrato de conta das despesas consumidas a bordo bem como das gratificações. As contas do nosso SeaPass foram automaticamente debitadas no cartão de crédito que associamos no check-in.

Desfrutámos do último pequeno-almoço no Windjammer café e demos uma última volta de despedida pelo navio.

Às 8 horas já estávamos no teatro a aguardar pela nossa senha de saída.

Ao chegarmos ao terminal fomos até à área de retirada de bagagem determinada com o mesmo número da nossa etiqueta.

 

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Eram cerca de 9 horas quando apanhámos o transfer até ao aeroporto. Desta vez fomos num mini autocarro, pelo que passámos por Mestre.

O nosso voo saiu de Veneza às 13h15 e eram cerca de 15h20 quando aterrámos em Lisboa.

Quando chegámos a casa já tínhamos recebido no e-mail um inquérito de satisfação sobre o cruzeiro.

Após realizarmos o primeiro cruzeiro posso afirmar que foi uma viagem repleta de atividades, aventuras, destinos magníficos e experiências inesquecíveis, tanto ao nível da culinária como de entretenimento. Há muito para ver e fazer. Não nos temos de preocupar com nada além de relaxar e desfrutar da viagem. Os espetáculos são eventos imperdíveis. A oportunidade de conhecer um pouco de Veneza tornou a viagem ainda mais maravilhosa.

O regresso a casa consolidou o pensamento que não iríamos ficar apenas pelo primeiro cruzeiro.

 

 Até à próxima viagem!   

Titi

 

 

O meu primeiro Cruzeiro nas Ilhas Gregas - Dia 8: Navegação

Cruzeiro no Splendour of the Seas - Royal Caribbean

5 a 13 de Setembro de 2014 – Veneza, Kotor, Corfu, Atenas, Mykonos, Argostoli

 

Dia 8 - Navegação

 

Chegámos ao último dia de navegação no Splendour of the Seas. Neste dia aproveitámos ao máximo cada momento, por se tratar da última oportunidade de apanhar sol na piscina e desfrutar das atividades a bordo.

 

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Tomámos o pequeno-almoço servido no Windjammer café até às 11 horas.

Depois assistimos ao encontro com o Capitão para questões sobre o navio Splendour of the Seas e a sua tripulação.

Logo de seguida ocorreu uma demonstração com os camareiros sobre como dobrar toalhas em forma de animais.

Aconteceu ainda um desfile das nações dos tripulantes, onde os tripulantes acenam as bandeiras dos seus próprios países. Acabámos por ficar com a perceção do quão multicultural é composta a tripulação.

No deck da piscina foi servido um almoço churrasco.

 

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A tarde foi passada a desfrutar do sol e das duas piscinas e quatro jacuzzis que existem no navio. E por que não dar uma olhadela a um filme no ecrã gigante à beira da piscina.

 

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Ainda houve tempo para testarmos as habilidades no mini-golfe. Decorreram também aulas de zumba, dança latina, salsa e vários jogos na piscina.

 

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Nos dias de navegação algumas pessoas aproveitam para se manterem em forma no ginásio ou mimarem-se no spa.

Este navio permite aproveitar a paisagem através das milhares de janelas que possui. O Viking Crown Lounge no, deck 11, oferece bonitas vistas panorâmicas sobre o oceano e à noite transforma-se numa discoteca.

 

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Ao final da tarde fomos até à galeria de fotos para escolhermos as fotografias que queríamos comprar de recordação. Escolhemos a fotografia da entrada no navio e da noite do comandante.

Uma vez mais a noite foi repleta de entretenimento, e também de despedida.

Assistimos ao espetáculo de despedida com “Neils Duinker” no teatro.

 

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Depois jantámos no restaurante principal, onde todos os empregados, bastante divertidos, cantaram em forma de despedida.

 

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Depois de jantar fomos colocar as nossas malas fora da cabine com a respetiva etiqueta de bagagem que correspondia ao nosso horário de desembarque em Veneza. Esta informação foi deixada de manhã na nossa cabine.

A noite continuou no centrum com o espetáculo aéreo “Frozen” com os acrobatas da Royal Caribbean. Mais tarde houve Karaoke no Top Hat Lounge e depois a festa latina com dança e concurso de merengue.

 

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...continuar a ler - Dia 9: Desembarque e Viagem Veneza-Lisboa

 

  Titi

 

O meu primeiro Cruzeiro nas Ilhas Gregas - Dia 7: Argostoli

Cruzeiro no Splendour of the Seas - Royal Caribbean

5 a 13 de Setembro de 2014 – Veneza, Kotor, Corfu, Atenas, Mykonos, Argostoli

 

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Dia 7 - Argostoli, Cefalónia (Grécia)

 

Iniciámos mais um dia com as expectativas bem altas, uma vez que iríamos visitar mais uma ilha grega. Como já era hábito, tomámos o pequeno-almoço no windjammer café.

De seguida, decorreram alguns jogos na piscina com a equipa de animação, uma vez que a chegada e desembarque na ilha da Cefalónia só estava prevista para o meio-dia.

A Cefalónia é a maior ilha das ilhas Jónicas, localizada no mar Jónico ao largo da costa grega. A ilha chegou a estar sobre a posse de Veneza, existindo uma longa história de conflitos e conquistas, desde a antiguidade à segunda guerra mundial.

Os principais centros são a moderna vila de Argostoli e a vila vizinha de Lixouri. No norte ficam as aldeias de Assos e a aldeia de Fiskardo onde o estilo veneziano ainda é visível.

O desembarque aconteceu à hora prevista em Argostoli, que é a capital da ilha, localizada na costa oeste.

 

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Como pretendíamos conhecer alguns locais desta ilha, uma vez mais alugámos previamente pela internet uma carrinha Fiat Scudo por 70€. Após alguns conselhos sobre a condução, como o facto de a prioridade nas rotundas ser diferente, iniciámos o passeio por esta encantadora ilha.

Apesar de ser uma ilha grega menos conhecida, ficou famosa com as suas impressionantes vistas no filme “O capitão Corelli”. A ilha é de natureza montanhosa, com enseadas rochosas, praias e bosques de oliveiras.

A primeira paragem foi no importante porto de Sami, na costa leste. A partir daqui partem os ferries para Patras e Ítaca.

 

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A partir de Sami rapidamente chegámos à bela praia de Antisamos.

 

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A ilha representa tranquilidade e é bastante verde, sendo dominada por oliveiras e ciprestes. Não existem as típicas casas caiadas de branco como em outros locais da Grécia.

 

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Seguimos em direção a Assos que é uma pequena aldeia acima de Myrtos, e onde se encontra uma fortaleza veneziana.

Depois fomos até Myrtos Beach que é o local preferido da maioria dos visitantes desta ilha. A praia de Myrtos fica localizada no norte da Cefalónia e é considerada a praia mais bonita da ilha. Esta praia situa-se na base de uma falésia ao longo do qual passa a estrada costeira. A vista lá de cima é magnífica.

 

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Esta praia foi eleita doze vezes como sendo a melhor praia Grega. O mar possui um tom de azul incrível e a sua beleza é natural. O que menos gostei foi o facto de a praia ser de pequenas pedras que tornam o acesso ao mar mais doloroso.

 

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Passámos cerca de uma hora nesta praia encantadora.

Depois voltámos até Argostoli para explorarmos o centro desta vila. É uma vila moderna e com alguns edifícios antigos.

A principal rua, Lithostroto, é acessível somente para pedestres e tem muitas lojas. A Platia Vallianou é a atrativa praça principal, com muitos bares.

Nesta pitoresca aldeia de pescadores há sempre uma taberna típica da Grécia.

 

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Regressámos ao navio perto das 18 horas.

A noite foi de gala, pelo que era sugerido um traje formal. Após tirarmos algumas fotografias profissionais, fomos até ao teatro assistir ao espetáculo “Ballroom Fever” com os cantores e bailarinos da Royal Caribbean.

A noite prosseguiu com mais uma deliciosa refeição no restaurante principal.

Mais tarde ocorreu o jogo “A Guerra dos Sexos” no Top Hat Lounge e sucedeu-se a festa preto e branco no Viking Crown Lounge.

 

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...continuar a ler - Dia 8: Navegação

 

  Titi

 

O meu primeiro Cruzeiro nas Ilhas Gregas - Dia 6: Mykonos

Cruzeiro no Splendour of the Seas - Royal Caribbean

5 a 13 de Setembro de 2014 – Veneza, Kotor, Corfu, Atenas, Mykonos, Argostoli

 

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Dia 6 - Mykonos, Grécia

 

Neste dia tivemos que madrugar, uma vez que a nossa escala em Mykonos foi das 7h às 15h30. Tomámos o pequeno-almoço no windjammer com uma deslumbrante vista entre o contraste da água do mar Egeu, as típicas casas brancas e o céu azul.

Mykonos é uma das ilhas que compõem o arquipélago das ilhas Cíclades. Segundo a mitologia grega, foi aqui que Hércules matou os gigantes, sendo as enormes pedras espalhadas pela ilha seus corpos petrificados. A ilha é conhecida pelas praias de areia clara e as casinhas brancas.

O desembarque não ocorreu no principal porto de cruzeiros. O navio ficou ao largo e desembarcámos através de lanchas que nos levaram até ao centro.

A localidade principal é Chora, situada na parte Ocidental da ilha. Trata-se de um vilarejo encantador, com as ruas sinuosas em forma de labirinto, casas brancas com pedras coloridas e muitas flores. Existem várias lojas, cafés e restaurantes. Em todos os locais receberam-nos de forma simpática. Nesta zona não circulam carros.

 

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Mas são as belíssimas praias espalhadas pela ilha que atraem multidões de turistas anualmente. Alugámos previamente uma carrinha Fiat Doblo que nos foi entregue no porto por 60€. Fizemos esta escolha para conseguirmos visitar mais lugares no tempo disponível. Apesar da ilha não ser muito grande pretendíamos visitar algumas praias.

A nossa primeira paragem foi em Ano Mera, um vilarejo a cerca de 8 Km do centro. É o povoado mais antigo da ilha a seguir a Chora. É um lugar tranquilo com mosteiros e igrejas antigas. Na praça central existem restaurantes. Foi aqui que encontrámos alguns gatos de rua.

 

Sendo as praias a principal atração da ilha de Mykonos, foi nelas que ocupámos o restante tempo. As praias mais famosas situam-se no sul.

Começámos por visitar Kalafatis Beach, considerada uma praia mais calma. Estivemos cerca de uma hora a aproveitar o mar.

 

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Continuámos viagem até Super Paradise Beach que fica ao lado de Paradise Beach. Estas são as praias mais frequentadas. Super Paradise Beach é uma praia conhecida por ser frequentada por gays e naturistas. Contudo, também é frequentada por famílias, havendo harmonia. Existe um bar sempre com música ambiente e no verão existe uma programação diária. Gostámos bastante do ambiente de festa desta praia. E mais uma vez desfrutámos deste mar azul turquesa.

 

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No verão a ilha é bastante movimentada, com várias festas temáticas a decorrerem em clubes e bares.

Antes do regresso ainda visitámos Elia Beach, também bastante concorrida por existirem hotéis próximos.

 

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No regresso a Chora percorremos o labirinto de ruelas e becos que foram originalmente construídos para confundir os piratas. E acabámos mesmo por pedir indicações para conseguirmos sair de lá.

Devido à presença habitual de vento, o moinho de vento é um dos símbolos da ilha. Outra presença habitual são os pelicanos.

Em Chora encontrámos os moinhos de vento (Vonís) que foram construídos no século XVI por Venezianos para a moagem de trigo.

Ali ao lado, Little Venice é um conjunto de casas construídas no século XVI banhadas pelo mar. Têm uma paisagem fabulosa com os bares de frente para o mar e os moinhos ao lado.

 

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Regressámos ao navio através da última lancha com a certeza que tínhamos adorado esta ilha. Só tivemos pena do tempo de escala nesta ilha ser curto. Em Mykonos, as suas casas caiadas, o labirinto de lojas e moinhos de vento típicos formam o cenário perfeito para um cartão postal. Aliado a tudo isto, as praias são magníficas.

Depois de almoçarmos no Windjammer assistimos a uma divertida competição do homem mais sexy do mundo. Decorreu na piscina e o júri era composto por mulheres.

De seguida decorreu uma aula de dança de merengue.

Durante a tarde aproveitámos o bom tempo na zona das piscinas.

A sugestão de traje para esta noite era usar roupa branca uma vez que a noite era temática.

Às 19h30 assistimos ao espetáculo musical “Jane Curry” no teatro, e logo de seguida a uma aula de dança de Michael Jackson para preparação da festa da noite.

Desfrutámos de mais um delicioso menu no restaurante principal.

 

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Às 22h30 decorreu na piscina o jogo-espetáculo “Quem sabe Dança!” e deu-se início à festa branca sobre as estrelas com Dj.

 

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E assim terminou mais uma divertida noite com vista para as estrelas.

 

...continuar a ler - Dia 7: Argostoli, Cefalónia

 

  Titi

 

O meu primeiro Cruzeiro nas Ilhas Gregas - Dia 5: Piraeus, Atenas

Cruzeiro no Splendour of the Seas - Royal Caribbean

5 a 13 de Setembro de 2014 – Veneza, Kotor, Corfu, Atenas, Mykonos, Argostoli

 

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Dia 5 - Piraeus, Atenas (Grécia)

 

A manhã foi passada a bordo. Pudemos descansar até mais tarde e tomámos o pequeno almoço no Windjammer café.

Depois a equipa de animação reuniu os passageiros no centrum para uma animada aula de chá-chá-chá.

O navio atracou perto do meio-dia e tínhamos de estar de regresso até às 20 horas. Assim que saímos do navio sentimos o sol forte e um calor bastante abafado.

Piraeus é onde se localiza o porto de Atenas, que fica a 11 km do centro da cidade.

 

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Ao longo da história, Atenas foi uma das cidades mais importantes e influentes do mundo ocidental. O auge dessa civilização ocorreu durante a Idade de Ouro, que durou 70 anos, no século 5 a.c. Foi durante esse período que foram feitos grandes avanços em arquitetura, literatura, matemática, ciência, filosofia e medicina. A história foi testemunha de alguns dos homens mais famosos desse tempo, incluindo Sófocles, Eurípides, Hipócrates, Sócrates, Platão e Aristóteles.

Como Atenas é uma cidade extensa e pretendíamos visitar a Acrópole, a melhor forma de conhecermos a cidade foi através dos autocarros panorâmicos citysightseeing Athens & Piraeus hop-on-hop-off com áudio guia e paragem na Acrópole. O bilhete comprado online ficou por 20€.

Existem duas rotas, a azul e a vermelha. A rota azul parte de Akti Miaouoli, próximo do terminal de cruzeiros.

Partimos desta linha e passámos pelo Museu Arqueológico de Atenas, a praia Votsalakia, o porto Mikrolimano e o planetário.

 

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A linha azul termina na chegada à Acrópole e é aqui que existe ligação com a linha vermelha.

O mundo clássico de Platão e Aristóteles permanece vivo na metrópole de Atenas contemporânea. É no coração da cidade que está situada a Acrópole, numa colina onde estão localizadas obras-primas da arquitetura da época de ouro da Grécia.

 

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A Acrópole de Atenas é a mais famosa acrópole do Mundo que abriga algumas das mais conhecidas edificações do mundo antigo. Contudo, a maior parte das estruturas estão em ruínas. Os principais destaques são a entrada dos Propileus, O Erectéo, o Templo da Vitória sem Asas, e o Partenon dedicado à deusa Atena, padroeira da cidade.

 

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O calor tornou a visita à Acrópole mais cansativa. Continuámos o nosso passeio pela linha vermelha do autocarro panorâmico que nos levou aos principais locais históricos da cidade.

Os lugares turísticos de interesse estão delimitados entre um triângulo que forma a Praça Omnia, a Praça Syntagma e o bairro de Plaka.

A próxima paragem foi no Templo de Zeus, também conhecido como Olimpeo. Trata-se de uma ruína do antigo templo dedicado a Zeus, rei dos deuses do Olimpo. Foi um dos maiores e mais famosos templos gregos. Foi nesta altura que o tempo mudou drasticamente e começou a chover, o que fez com que perdêssemos algum tempo.

 

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Ali ao lado fica Plaka, o bairro mais antigo de Atenas. Percorremos as suas ruas e encontrámos várias lojas de venda de artigos tradicionais e souvenirs.

Continuámos a viagem de autocarro e passámos pelo parlamento, jardins nacionais e estadio Panathenaic. A Praça Syntagma é a praça central da cidade.

O palácio foi construído para o primeiro rei de Atenas, Otón. Mais tarde converteu-se na sede do parlamento.

Em frente ao parlamento encontra-se o monumento ao soldado desconhecido, que representa um soldado e tem uma inscrição com fragmentos de Epitáfio de Péricles. O muro em mármore que o rodeia recorda as maiores batalhas do exército grego.

De seguida passámos pela Universidade de Atenas, Biblioteca Nacional, Museu Nacional de Arqueologia e praça Omnia. Esta praça central é a mais antiga de Atenas Moderna.

Continuámos pela Praça Karaiskaki até chegarmos a Monastiraki. Na Praça Monastiraki encontramos um mercado com uma ampla variedade de artigos artesanais, cerâmica e bordados como tapetes e tapeçarias.

Regressámos até à Acrópole mesmo a tempo de apanhar o último autocarro da linha azul que nos conduziu de volta ao Porto de Piraeus.

Apesar da história, pudemos constatar que Atenas é atualmente uma movimentada cidade moderna, com ruas cheias de pessoas, engarrafamentos de trânsito, e construções modernas. A parte nova da cidade tem modernas avenidas rectas e edifícios que se extendem até aos portos.

Já era cerca de 19 horas quando estávamos de volta ao Splendour of the Seas. Foi altura de nos prepararmos para o jantar.

Mas antes do jantar ainda assistimos a um espetáculo de Cabaret “Jazz na noite” no centrum do navio.

Após mais um delicioso jantar no restaurante principal, houve um espetáculo de acrobacia. E porque a diversão é uma constante em alto mar, no deck 5 no Top Hat Lounge ainda decorreu a Festa Latina com dança de salsa e merengue.

 

...continuar a ler - Dia 6: Mykonos

 

  Titi

 

O meu primeiro Cruzeiro nas Ilhas Gregas - Dia 4: Corfu

Cruzeiro no Splendour of the Seas - Royal Caribbean

5 a 13 de Setembro de 2014 – Veneza, Kotor, Corfu, Atenas, Mykonos, Argostoli

 

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Dia 4 - Corfu, Grécia

 

A ilha de Corfu situa-se na parte norte do mar Jónico e é o ponto mais a oeste da Grécia, sendo a segunda maior ilha das ilhas Jónicas. Com 150000 habitantes, é a ilha mais densamente povoada.

Corfu é considerada a ilha mencionada na Odisseia de Homero para onde Ulisses foi levado à terra por uma tempestade e encontrou a bela princesa Nausicaa. Adicionalmente, Shakespeare usou Corfu como o cenário para a peça “A Tempestade”.

O Splendour of the seas atracou perto das 9 horas e após o habitual pequeno-almoço no Windjammer, fomos à descoberta da primeira ilha grega desta viagem.

O navio ficou atracado a cerca de 2 Km do centro. A cidade de Corfu (Kerkira) é a capital e aqui podem ser vistos os vestígios das civilizações que fizeram parte da sua história.

A cidade antiga, situada entre os dois fortes, é um labirinto de ruas estreitas, casas altas, pequenas praças e igrejas antigas. A Royal Caribbean disponibilizou um transfer do porto para o centro em que o passe diário tinha o custo de 12$.

Contudo, para este dia, decidimos não ficar apenas pelo centro, mas explorar a ilha de carro, e deslumbrar-nos por algumas praias, não fosse Corfu conhecida pelas suas belas praias. Tínhamos reservado online uma carrinha Fiat Doblo de sete lugares que ficou por 70€.

Uma vez que só tínhamos cerca de seis horas o roteiro teve de ser antecipadamente planeado em casa.

Iniciámos a aventura em direção a Paleokastritsa, na zona oeste da ilha e a 35 Km de Corfu. Segundo a lenda, é aqui que uma das montanhas corresponde ao navio de Ulisses que ficou petrificado após o naufrágio.

Em Paleokastritsa encontramos uma praia com o mar em tom verde esmeralda e existem várias grutas marinhas. De um lado da baía observamos o Mosteiro Saint Spiridon em homenagem ao padroeiro da ilha. Do outro lado existe um forte bizantino, o Castelo dos Angeles. A partir daqui temos uma vista panorâmica dos mares Jónico e Adriático.

 

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Ainda não estavam muitas pessoas na praia e achámos a água um pouco fria, pelo que seguimos o passeio pela ilha.

A próxima paragem foi no norte da ilha em Sidari. Nesta vila existe o canal do amor, em que segundo a lenda, quem nadar nestas águas terá sorte no amor. Nesta vila já encontrámos mais turistas e como já sentíamos mais calor aproveitámos a praia por aqui durante cerca de duas horas.

No regresso até ao navio ainda passámos pelas localidades de Kassiopi e Ag. Stefanos. Neste dia esqueci-me de ir tirando fotografias pelos vários locais por onde passámos.

A ilha de Corfu é considerada a mais verde das ilhas Gregas devido ao mar e à vegetação. Pudemos confirmar que o verde é de facto exuberante e a ilha encontra-se repleta de oliveiras.

 

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Na chegada ao navio fizemos um lanche no Park Café e logo de seguida houve a festa de partida na piscina. Durante a tarde decorreram várias atividades, como uma competição masculina de barrigas, uma aula de dança em grupo e um torneio de mini-golfe.

A sugestão de traje para esta noite foi formal, uma vez que decorreu a gala de receção de boas vindas do capitão. Após o seu discurso, quem pretender pode tirar uma foto profissional com o comandante.

 

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Ao jantar desfrutámos de mais uma deliciosa refeição no restaurante principal.

A noite prosseguiu com o jogo espetáculo “60 segundos ou menos” com a equipa de animação no centrum. De salientar que a boa disposição da tripulação é contagiante.

A noite terminou com o espetáculo “The east coast boys”, um tributo a Frank Valli & os Four Seasons.

 

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  Titi

 

 

O meu primeiro Cruzeiro nas Ilhas Gregas - Dia 3: Kotor

Cruzeiro no Splendour of the Seas - Royal Caribbean

5 a 13 de Setembro de 2014 – Veneza, Kotor, Corfu, Atenas, Mykonos, Argostoli

 

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Dia 3 - Kotor, Montenegro 

 

Durante séculos a cidade foi conhecida como Cátaro e só em 1918 se passou a chamar Kotor quando começou a fazer parte da Jugoslávia. Atualmente, Kotor é um dos destinos mais antigos e pitorescos de Montenegro.

Kotor emergiu como um importante centro comercial e artístico na Idade Média. Este antigo porto começou desde cedo a ser cobiçado por muitos povos, como por exemplo, os romanos, venezianos, franceses e austríacos. Este facto deixou marcas tanto na cultura local como na gastronomia. O idioma oficial é o Montenegrino.

 

Iniciámos a primeira manhã a bordo com um pequeno-almoço bastante variado no Windjammer Café.

Como o desembarque do navio até Kotor seria realizado através de lanchas, foi necessário levantar um bilhete com o horário em que pretendíamos sair. Este processo é sempre mais demorado uma vez que depende das condições meteorológicas e do mar.

O dia amanheceu com algumas nuvens. Passámos a manhã a apreciar as paisagens por onde passávamos e aguardando a chegada à baía de Kotor que estava prevista para as 14 horas.

 

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Kotor encontra-se rodeado por falésias e fortalezas no topo das montanhas, que montam guarda na cidade antiga. A baía de Kotor situa-se na parte norte do litoral junto à fronteira com a Croácia, e é o maior fiorde do Mediterrâneo. Além disso, a Baía de Kotor faz parte do património natural, histórico e cultural da UNESCO.

 

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Em Montenegro as altas montanhas e as águas cristalinas transmitem um cenário idílico e de paz. Na entrada do fiorde passámos pela pequena povoação de Perast, e duas ilhotas: a ilha de São Jorge com o monastério beneditino, e a ilha de Pedra com a igreja de Nossa Senhora do Lago.

 

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O navio chegou, tal como previsto, às 14 horas. Fizemos um almoço rápido no Windjammer e às 15 horas já estávamos a desembarcar através das lanchas.

A parte antiga da cidade, conhecida como Kotor Stari Grad, é cercada por um impressionante muro construído pelos venezianos. No seu interior encontramos uma coleção impressionante de monumentos históricos, igrejas, restaurantes e lojas.

 

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O programa que tínhamos estipulado para esta tarde era explorar esta parte antiga da cidade. A partir deste porto de escala há muitas outras opções para ver, como as vilas costeiras e a famosa estância de Budva.

Kotor é a localidade mais turística de Montenegro. Passando os portões da cidade o que vale a pena é nos perdermos pelas ruelas e praças. O acesso a Kotor é possível a partir de um dos três portões.

 

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A arquitetura medieval encontra-se bem preservada. Pelas ruas há prédios antigos, fortificações e igrejas. São 14 igrejas e monastérios, alguns em ruínas, 9 palácios e 3 portões de entrada.

 

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A Catedral de St. Tryphon é um dos principais destaques. Está dedicada a San Tryphon que é o padroeiro da cidade.

 

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Para vistas deslumbrantes de Kotor e da baía é necessário subir os 1350 degraus do Monte St. Ivan. O Valor do bilhete são 5 €. Lá em cima existe a fortaleza de San Ivan.

A praça Oruzja é a principal praça e onde se situa o palácio do duque, o teatro francês e o antigo arsenal e torre do relógio. Na praça de San Lucas encontram-se a igreja de San Lucas e a igreja de San Nicolás.

 

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As igrejas, restaurantes e lojas são fáceis de serem encontradas nas pequenas praças e ruas antigas. Por outro lado, a marina de iates completa o cenário na orla.

 

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Após uma bela tarde passada entre as muralhas de Kotor, regressámos ao navio por volta das 18 horas. Adorámos conhecer esta cidade medieval e desfrutar das paisagens naturais que têm um encanto próprio.

 

A animação a bordo é sempre garantida a qualquer hora. Estavam a decorrer aulas de dança. Fomos lanchar, descansar um pouco e preparar-nos para o espetáculo da noite.

Às 19h30 assistimos ao espetáculo de produção “Dancin Thru the Movies” no teatro e depois jantámos no restaurante principal.

A noite foi de festa dedicada aos anos 70, com toda a gente a dançar ao som de coreografias treinadas durante a tarde.

 

...continuar a ler - Dia 4: Corfu

 

  Titi

O meu primeiro Cruzeiro nas Ilhas Gregas - Dia 2: Veneza e Embarque

Cruzeiro no Splendour of the Seas - Royal Caribbean

5 a 13 de Setembro de 2014 – Veneza, Kotor, Corfu, Atenas, Mykonos, Argostoli

 

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Dia 2 - Veneza e embarque no Splendour of the Seas

 

Acordámos cedo e tomámos o pequeno-almoço no hotel. Depois fomos novamente até ao Rialto para vermos o típico mercado que acontece de manhã.

 

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Regressámos à Praça de San Marco onde, durante o dia, o destaque está nos edifícios que a completam.

A Basílica de San Marco é um impressionante edifício medieval com inúmeros pormenores não só no interior mas também no exterior. Alguns destaques desta esplêndida igreja são a porta central, os mosaicos da fachada, os cavalos de bronze e o crucifixo. A entrada é grátis e está permanentemente repleta de multidões.

Quando chegámos a fila ainda era pequena, pelo que demorámos cerca de meia hora a entrar.

 

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Na praça de San Marco também se encontram o Palácio Ducale, que foi sede do governo, e o Campanilo.

 

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Subimos o Campanilo, pelo elevador, e obtivemos vistas sobre a cidade e a lagoa. Ao fundo já avistávamos o porto de cruzeiros.

 

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A partir de uma certa altura a praça foi ficando cada vez mais concentrada de pessoas, o que torna difícil a locomoção.

Seguimos por diversas ruelas onde comprámos algumas lembranças. De entre os inúmeros souvenirs ou prendas tradicionais, destaco as peças artesanais com vidro de Murano e as típicas máscaras do carnaval de Veneza.

 

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Às 12h15 estávamos de regresso ao hotel uma vez que tínhamos mais um transfer marítimo agendado, para nos levar até ao porto de cruzeiros. Desta vez a experiência foi ainda mais enriquecedora ao passarmos por uma grande extensão do Grande Canal.

 

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Na entrada do Grande Canal encontramos a Igreja Santa Maria della Salute. Esta igreja com uma grande cúpula está frequentemente associada às imagens dos postais de Veneza.

 

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Após passarmos por inúmeros palácios ao longo do Grande Canal, continuámos até ao porto de cruzeiros. Adorámos estes transferes marítimos que fizemos, uma vez que ao navegar pelos canais ficámos com uma perspetiva diferente da cidade.

 

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À saída do transfer despachámos a bagagem com as devidas etiquetas de identificação fornecidas pela Royal Caribbean. Como já tínhamos efetuado o check-in online, apenas tivemos de preencher um formulário de embarque e validar a autorização para débito no cartão de crédito. A cada pessoa é entregue o seu "SeaPass card" que é o cartão de identificação para abrirmos a porta da cabine, e entrarmos e sairmos do navio. É também o cartão com o qual pagamos as compras a bordo, e que refere o número da mesa do restaurante ao jantar, bem como o número da estação de emergência.

 

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O embarque foi muito rápido visto viajarmos com uma criança de 21 meses. A partir daqui a aventura teve um início declarado com emoção e deslumbramento.

O Splendour of the Seas é um navio da classe vision da Royal Caribbean, conhecida pelos navios da luz. O navio tem capacidade total de 2435 passageiros e 785 tripulantes. Dispõe de 11 decks e foi totalmente renovado em 2011.

Como já passava das 13 horas, as cabines já estavam disponíveis pelo que foi por aí que começámos. Nas respetivas cabines interiores já se encontrava o "cruise compass", um jornal diário que descreve todas as atividades do dia, horários e outras informações úteis. Todas as noites o camareiro deixava este jornal nas cabines, o que permite começar a planear com antecedência as aventuras do dia seguinte.

 

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A bagagem é entregue diretamente na cabine até às 20 horas. Levámos uma bagagem de mão com os fatos de banho e roupa mais prática para podermos começar a aproveitar as atividades sem estarmos dependentes do tempo que a bagagem poderia demorar.

Fomos almoçar ao Windjammer Café, que é o restaurante em estilo buffet que se encontra no deck 9. Neste deck também se encontram a piscina, os jacuzzis, o bar da piscina,  o Boardwalk Dog house (bar de cachorros quentes), o Solarium,  o Park café e o spa.

Depois do almoço fomos explorar o navio e as atividades que estavam a decorrer. Em todos os decks, localizados perto dos elevadores, existem quadros de orientação e localização interativos. Disponibilizam um mapa de todo o navio em vários idiomas e ajudam a encontrar a cabine, um restaurante ou uma atividade que esteja a decorrer. No início, antes de nos ambientarmos ao navio, são uma preciosa ajuda.

Antes da partida do navio é realizado um treino de emergência obrigatório. São referidas questões de segurança e aprendemos onde é a nossa estação de emergência (ponto de encontro em caso de emergência). Durante este treino todos os restaurantes estão fechados e toda a tripulação está envolvida.

Às 17 horas começou a festa da partida de Veneza no deck da piscina com a equipa de animação. Adorámos a partida de Veneza, com a vista privilegiada sobre a cidade, e a passagem mesmo ao lado da Praça de San Marco é encantadora. Foi neste momento que pela primeira vez tivemos perceção do movimento do navio que mal se sentia.

 

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A diversão e animação numa viagem de cruzeiro também inclui as crianças. No deck 10 encontrámos o "Adventure Ocean", onde as crianças podem participar numa série de atividades desenvolvidas por monitores. Para os hóspedes mais pequenos (6-36 meses) existe o programa “Royal Babies & Tots” onde se desenvolvem atividades educativas com o acompanhamento dos pais. Neste deck existe ainda uma pista de corrida, a parede de escalada e o mini-golfe.

Depois da festa retornámos às cabines onde já se encontravam as bagagens. Descansámos e fomos preparar-nos para a primeira noite nesta cidade flutuante. A sugestão de traje para esta noite era informal. Às 20 horas fomos até ao deck 4 onde se situa o teatro para assistirmos ao espetáculo de boas vindas a bordo “Love Dance Magic”.

O turno de jantar que escolhemos quando fizemos a reserva da viagem foi o segundo turno, que correspondia ao serviço das 21 horas. O jantar era servido no restaurante "King & Dining room", que também fica no deck 4 mas do lado oposto ao teatro, pelo que tínhamos de atravessar o casino e o centrum para lá chegarmos. Para quem seguir e participar nas atividades diárias estamos constantemente a atravessar o navio o que nos dá uma perspetiva do seu comprimento.

No jantar escolhemos uma entrada, um prato principal e sobremesa de acordo com as opções do menu do chef. A água é servida gratuitamente e para quem bebe bebidas alcoólicas ou refrigerantes, existem pacotes que podem ser comprados antecipadamente ou no navio.

No Splendour of the Seas podemos escolher fazer as refeições no restaurante principal, que oferece saborosos pratos ou então uma refeição mais rápida e informal no Windjammer Buffet ou no Solarium Café. Existem também vários restaurantes de especialidade a custo, como o Chops Grille, o Giovanni`s Table e o Izumi.

Depois do jantar fomos explorar os outros decks do navio que ainda não tinhamos conhecido. No deck 5 encontramos o “guest services” que é a receção, “a shore excursions” onde se reservam as excursões e o “centrum shops”, que é uma rua com lojas. No deck 6 situa-se a “photo gallery” onde já estavam afixadas as fotografias tiradas no embarque. No deck 8 podemos reservar cruzeiros no “next cruises”.

Às 22 horas decorreu a festa de boas vindas com Vicky & The Holding Co. no centrum. Desta forma terminou o nosso longo dia a bordo do navio Splendour of the Seas, onde a diversão é garantida a qualquer hora.

 

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  Titi

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