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A Titi já volta

A Titi já volta

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 9: Desembarque e Viagem Barcelona-Lisboa

Navio Harmony of the Seas - Royal Caribbean

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

Dia 9 - Desembarque e Viagem Barcelona-Lisboa

 

Na última manhã a bordo do maior navio do mundo apenas tomámos o pequeno-almoço no Windjammer e aguardámos no local indicado para o desembarque.

Na noite anterior colocaram na nossa cabine a informação que o nosso horário de saída seria às 9 horas e o local de espera sería o Royal Theater.

Antes de sairmos demos uma volta de despedida pelo navio com vista sobre Barcelona.

 

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Desembarcamos do maior navio do mundo com a certeza de que tudo pode acontecer e tudo foi imaginado para surpreender.

Uma vez que o nosso voo de regresso a Lisboa só seria às 19h10, aproveitámos mais este dia por Barcelona. Para não termos de andar com as malas, reservámos online o serviço de transfer com a empresa Bags&Go. Esta empresa recolheu as malas no terminal do porto e no final do dia foi só levantá-las no aeroporto.

Ao sairmos do terminal apanhámos o mesmo autocarro, que utilizámos no dia de partida, até ao Mirador de Colom.

Voltámos a percorrer as Ramblas e visitámos a Plaça Reial com as suas arcadas e fachadas clássicas.

 

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Na Plaça de Catalunya apanhámos a linha vermelha do metro e depois a amarela até Barceloneta. Já tínhamos passado por aqui no primeiro dia, mas desta vez fomos preparados para desfrutar o resto do dia na praia.

No regresso ao aeroporto fomos de metro até ao Passeig de Gràcia e aqui mudámos para o comboio usando o mesmo bilhete. A estação de comboios fica no terminal 2 do aeroporto. Seguindo as indicações de Shuttle bus fomos dar à saída deste terminal onde um autocarro gratuito faz o percurso até ao terminal 1.

Assim que chegámos ao terminal 1 fomos levantar a nossa bagagem e depois fizemos o check-in.

O voo de regresso foi operado pela Portugália e eram cerca de 20 horas quando aterrámos no aeroporto de Lisboa.

 

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Estas foram umas férias repletas de aventuras tanto em terra como em alto mar. Foi uma sintonia perfeita entre a descoberta de novos lugares e o desfrutar de várias experiências. Acima de tudo foram umas férias revitalizantes.

 

Titi

 

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 8: Navegação

Navio Harmony of the Seas - Royal Caribbean

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

Dia 8 - Navegação

 

O último dia a bordo do Harmony of the Seas foi de navegação, e por isso foi a última oportunidade de desfrutarmos das experiências a bordo do maior navio do mundo.

 

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Tomámos o pequeno-almoço no Solarium Bistro com um ambiente bastante calmo.

Neste dia o sol decidiu não aparecer e estava bastante vento pelo que o zip line esteve encerrado. Foi a única experiência que não consegui usufruir a bordo. O meu conselho é não deixar este tipo de atividades ao ar livre para o último dia, o que é difícil face ao número de entretenimentos que temos a possibilidade de desfrutar.

Fomos até ao Studio B onde praticámos patinagem no gelo durante meia hora. A minha falta de prática foi notória mas também divertida para quem assistia.

 

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Fizemos umas últimas compras nas Royal Shops.

Foi também o dia de nos despedirmos das personagens da DreamWorks.

 

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Almoçámos no Windjammer e depois fomos até ao Central Park.

 

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Passámos a tarde no Solarium e antes de jantar deixámos as malas prontas, uma vez que teriam de ser deixadas na porta do camarote antes das 22 horas.

Às 20 horas assistimos ao incrível espetáculo de patinagem “1887 An Ice Spetacular “ no Studio B. É uma viagem no tempo sobre amor e aventuras com espetaculares coreografias sobre o gelo.

 

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Às 21 horas jantámos no restaurante principal onde decorreram as habituais despedidas da equipa da restauração.

 

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Nesta última noite fomos até ao Bionic Bar onde não existe um barman. São dois robots que preparam e servem os cocktails.

 

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Depois fomos até ao Jazz on 4 onde se ouvia música clássica do Jazz Swing Time.  Terminámos a noite dando uma última volta noturna pelo navio.

 

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...continuar a ler - Dia 9: Desembarque e regresso a Lisboa

 

  

Titi

 

 

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 7: Capri e Nápoles, Itália

Navio Harmony of the Seas - Royal Caribbean

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

Dia 7 - Capri e Nápoles, Itália

 

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Na última escala, deste magnífico cruzeiro, atracámos às sete horas da manhã em Molo Beverello, no porto de Nápoles. Este porto de cruzeiros está localizado no sul da cidade, ao lado da marina e do porto de ferries. O centro histórico da cidade encontra-se a uma curta distância a pé.

 

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Este porto de paragem permite visitar também outros destinos como Pompeia, Capri, Sorrento e Costa Amalfi. O nosso programa para este dia era conhecer a ilha de Capri e na volta passar pelo centro histórico de Nápoles.

Assim sendo, tomámos o pequeno-almoço no Windjammer e por volta das 8h45 saímos do navio. Ao sairmos do terminal virámos à esquerda até encontrarmos os ferries que fazem o trajeto até Capri. Existem ferries praticamente a cada 30-40 minutos.

Conseguimos bilhetes para a partida das 9h10 e a viajem durou cerca de 45 minutos. O dia amanheceu com bastante nebulosidade e assim que chegámos a Capri começou a chover.

A ilha de Capri é uma ilha italiana localizada no mar Tirreno, no lado sul do golfo de Nápoles e de frente para a península de Sorrento. A ilha divide-se em quatro zonas principais: Capri, AnaCapri, Marina Grande e Marina Piccola.

Os ferries atracam em Marina Grande e fomos dar diretamente até à Piazza Vittoria onde apanhámos o funicular que nos levou até à zona de Capri.

 

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La Piazzeta ou Plaza de Humberto I é o centro de Capri e daqui conseguimos vistas panorâmicas sobre Marina Grande. Esta pequena praça encontra-se rodeada de cafés e lojas típicas. A partir daqui existem vários pequenos túneis, em que cada um vai dar a várias ruas, como ao Arco Naturale, Via Tragara ou aos jardins Augusto.

 

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Em primeiro lugar, percorremos a Via Emanuelle que vai dar à Via Camerelle e depois à Via Tragara onde é possível vislumbrar os Faraglioni. No número 10 da via Camerelle encontrámos a conhecida e típica fábrica de perfumes Carthusia.

 

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Voltando à Via Emanuelle fomos pela Via F. Serena e a Via Matteotti até aos jardins Augusto. A entrada custou 1€ e permite combinar a vista panorâmica sobre os Faraglioni de um lado e a baía de Marina Piccola e Via Krupp do outro lado. Nesta altura já não chovia e as nuvens deram lugar ao sol. O jardim Augusto demonstra toda a ornamentação botânica da ilha com bonitas flores e plantas que completam os panoramas espetaculares que esta ilha oferece. A Via Krupp é um aceso pedonal que conecta a zona de Certosa e jardins Augusto com Marina Piccola. Este caminho está frequentemente fechado devido ao risco de queda de pedras.

 

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Os faraglioni são formações rochosas com uma forma característica devido à erosão das ondas. Existem na costa de várias regiões de Itália, sendo que três localizam-se na baía de Nápoles.

 

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Nas várias ruas que circundam o centro, e em especial na Via Camerelle, existem desde pequenas lojas tradicionais a famosas lojas de luxo e de designers conhecidos. Dos vários produtos típicos encontrámos as sandálias feitas à mão e o tradicional licor de limão – Limoncello.

 

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Ficámos encantados com a organização desta ilha, as estreitas ruas limpas e tudo muito bem cuidado. Estas razões aliádas às lojas de luxo explicam porque Capri é um destino turístico também para os famosos.

 

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Voltando à Piazzeta percorremos a Via Roma e depois a Via Mulo e descemos umas escadas até Marina Piccola. Este é o caminho alternativo à Via Krupp e que gostámos de percorrer, sentindo a baía cada vez mais próxima.

 

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Marina Piccola situa-se na parte sul da ilha. Além dos vários clubes de praia privados existem duas pequenas praias públicas próximas da igreja Sant` Andrea, a Marina di Mulo e Marina di Pennauro. Ficámos durante cerca de uma hora em Marina di Mulo, aproveitando o mar e a vista mais próxima dos Faraglioni.

 

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Após algum descanso, apanhámos um pequeno autocarro que parava na praça próxima da igreja. Desta forma deixámos Marina Piccola regressando ao centro de Capri e evitando subir a escadaria. Todas as estradas da ilha são apertadas e com bastantes curvas e por isso os autocarros são muito pequenos.

 

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A partir da Piazzeta voltámos a apanhar o funicular para descermos até Marina Grande. Comprámos o bilhete para o ferry de regresso a Nápoles para as 16h30, e como ainda tínhamos cerca de uma hora aproveitámos para percorrer esta zona que se estende ao norte da ilha. Passámos pela Praça Vittoria, Calle Cristoforo Colombo, largo Fontana e a praia pública que é a maior da ilha.

Em Marina Grande encontrámos mais restaurantes e lojas turísticas.

 

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Às 16h30 apanhámos o ferry de volta até Nápoles. Desta vez sentimos um pouco mais a ondulação.

Ao chegarmos a Nápoles tivemos cerca de duas horas para percorrer o centro histórico da cidade que ficava muito próximo do porto.

Nápoles é a maior cidade do sul da Itália e é particularmente famosa pelos seus castelos, palácios e museus. A Via Toledo e a Avenida Umberto I são as mais conhecidas.

A partir do porto imediatamente encontramos o Castelo Nuovo que possui cinco torres que são os pontos de união das muralhas. Ao lado encontra-se a Praça do Município com o Teatro Mercadante.

 

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Na Vía San Carlo visitámos a Galeria Umberto I, uma das maiores atrações turísticas de Nápoles. Nesta galeria encontramos lojas e restaurantes. O seu amplo teto em cristal permite a entrada de bastante luz natural. Considero uma visita obrigatória para admirar esta construção.

 

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Na Piazza Plebiscito admirámos o Palácio Real e a Basílica de San Francesco di Paola. Esta é a igreja mais importante de Itália do período neoclássico e situa-se de frente para o palácio.

 

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Depois percorremos a Via Toledo onde se encontram bastantes lojas.

O meu alerta relativamente a Nápoles diz respeito ao trânsito. No sul da Itália não existe o hábito de os condutores pararem nas passadeiras e nos semáforos, pelo que enquanto peões temos de ter muito cuidado.

Depois regressámos até ao navio Harmony of the Seas, onde já chegámos perto das 19h30. Já era visível toda a iluminação exterior do navio.

 

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Às 20 horas assistimos à partida do navio com toda a cidade de Nápoles iluminada.

 

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Às 21 horas jantámos no restaurante principal e às 22 horas houve uma festa na Boardwalk com Dj e onde era sugerido vestir algo em tons de branco.

 

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Às 23 horas dirigimo-nos ao Royal Theater onde assistimos ao “Columbus, the musical”. Este musical explora a história fictícia de Marvin Columbus, um primo distante e sem sorte de Cristovão Colombo que ao ser banido da sua família embarca numa hilariante viajem de descoberta na esperança de reivindicar o seu lugar na história.

 

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No final da noite ainda decorreu a festa silenciosa no The Attic. À entrada cada pessoa recebe uns auscultadores e ouve a música que pretender. E assim terminou mais um longo dia repleto de aventuras.

 

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Titi

 

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 6: Civitavecchia (Roma)

Navio Harmony of the Seas - Royal Caribbean

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

Dia 6 - Civitavecchia (Roma) Itália

 

Às seis horas da manhã o navio atracou no porto de Civitavecchia e o horário de todos a bordo era até às 19h30.

Civitavecchia é, hoje em dia, um porto de cruzeiros e ferries do mar Tirreno, que se encontra a cerca de 80 Km de Roma. Devido a esta distância decidimos reservar uma excursão com a empresa “excursiones para cruceros”, que incluía visita aos principais pontos turísticos da cidade de Roma e ao Vaticano.

Por se tratar de um porto industrial não é recomendado caminhar, pelo que existe um serviço de shuttle contínuo ao longo do dia entre o navio e o largo della Pace. A excursão tinha horário marcado para as 7h15 a partir deste largo.

Assim sendo, tomámos o pequeno-almoço bem cedo e no horário acordado estávamos prontos para iniciar esta excursão com guia em espanhol. Como já esperávamos, o grupo era maioritariamente constituído por espanhóis. Esta foi a primeira vez que reservámos uma excursão e por isso estávamos um pouco reticentes sobre como iria correr o dia.

Ainda antes do início da excursão o autocarro avariou e tivemos de esperar para trocarmos para outro.

Antes de chegarmos a Roma fizemos uma paragem em San Pablo apenas para ida à casa de banho.

Ao chegarmos a Roma a primeira paragem foi no Coliseu de Roma para uma visita exterior. O Coliseu foi construído no século I e encontra-se no centro da cidade. Foi um anfiteatro da época com capacidade para 50000 espetadores onde criminosos, escravos e gladiadores lutavam entre si com animais, frequentemente até à morte, e simulavam-se batalhas navais.

 

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Esta é a maior construção sobrevivente da antiguidade romana e uma das atrações turísticas mais importantes da Roma moderna.

Tivemos o azar de começar a chover quando chegámos, mas felizmente foi durante pouco tempo.

De volta ao autocarro fizemos um percurso com vistas panorâmicas sobre:

-Circo Máximo- onde se pode ver os restos dos Palácios Imperiais

-Via del Fori Imperili – com vista sobre o Foro Romano e Trajano

-Plaza Argentina – onde foi assassinado Julio Cesar

-Foro Boario –  era o antigo mercado 

 -Basílica de Santa María in Cosmedin

-Iglesia de Jesu – onde está enterrado San Ignacio de Loyola

-La Boca de la Veritá

-Piazza Venecia

-Via de la Conciliazioni

Depois saímos do autocarro, e já com calor, fizemos um percurso a pé até à Fontana di Trevi. Passámos por um emaranhado de ruelas até chegarmos à mais famosa fonte barroca da cidade. O vigor e encanto da fonte estão personificados na pose de Oceano, a figura principal, e nos dois tritões gigantes e seus cavalos a puxar uma carroça. Outras estátuas representam a abundância e a saúde, e por cima as Quatro Estações, cada uma delas com oferendas.

 

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Tivemos algum tempo para tirar fotografias e lançar uma moeda sobre o ombro à fonte para um dia regressarmos a Roma.

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Imaginava esta fonte num local maior ou com mais espaço como parece nas fotografias que vemos em revistas. Mas esta fonte está numa pequena praça rodeada por paredes. E a dificuldade em tirar uma fotografia também é grande devido à abundância de turistas.

A partir daqui fomos percorrendo o centro da cidade eterna até ao monumento da antiga Roma que se encontra melhor conservado.

 

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O Pantheon demonstra a grandiosidade da Roma antiga, sendo a maior estrutura romana que sobreviveu após ser edificada pelo imperador Adriano. Em 609 tornou-se a igreja de Santa Maria dos Mártires e é atualmente um santuário aos imortais da Itália. O grande destaque deste templo é sem dúvida a sua cúpula.

 

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O Pantheon situa-se na Piazza della Rotonda, onde naquela altura ouvimos fado.

 

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Chegámos à Piazza Navona que é uma das praças mais populares e bonitas de Roma, também de estilo barroco. Em redor desta animada e monumental praça encontramos a Fontana dei Quattro Fiumi, a Fontana del Moro e a Fontana del Nettuno, bem como o Pallazzo Pamphilj.

 

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Tivemos algum tempo livre que aproveitámos para almoçar e percorrer as ruas que contornam esta grande praça.

Depois regressámos ao autocarro que nos levou até ao Vaticano.

O Vaticano é uma Cidade-Estado com 1000 habitantes, pelo que é considerado o país menos extenso e populado do mundo. É a sede da igreja católica cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma e é governada pelo bispo de Roma (Papa).

Iniciámos a visita com a entrada pelos Museus do Vaticano, sem necessidade de estarmos na fila, por se tratar de uma excursão. Apenas tivemos de passar pelo controlo de segurança que se assemelha à dos aeroportos.

 

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Os Museus do Vaticano reúnem várias instituições culturais da Santa Sé que possuem extensas e valiosas coleções de arte e antiguidades que foram colecionadas ao longo dos séculos pelos diversos pontífices romanos. Além disso, estes museus também supervisionam outros espaços dentro dos palácios da cidade do Vaticano, como galerias e capelas que igualmente representam um alto interesse arquitetónico, histórico e artístico.

São necessários pelo menos dois dias para percorrer e ver tudo o que existe nestes museus (cerca de 7 Km).

Durante a excursão passámos por:

-La Galería de los Candelabros

-La Galeria de los Tapices

-La Galeria de los Mapas

-La Sala de San Pio V

-La Salita del Vasari

Este é de facto o maior e mais impressionante complexo de museus do mundo. É surpreendente toda a riqueza e história que estes museus albergam.

 

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Depois chegámos à famosa Capela Sistina, que foi construída pelo Papa Sisto IV entre 1475 e 1483. Contudo, o papa Julio II encomendou em 1508 a Miguel Ângelo a pintura do teto da Capela Sistina. Estes frescos, com mais de 300 figuras individuais demoraram quatro anos a serem feitos. O extraordinário fresco atrás do altar, o juízo final, foi iniciado pelo papa Paulo III em 1534 e terminado em 1541. Dentro da capela sistina é proibido falar e tirar fotografias.

Finalmente chegámos à Basílica de São Pedro que começou a ser construída em 1506 até 1626. Na sua construção participaram vários arquitetos entre os quais se destacam Miguel Ângelo, Maderno e Bramante. Tem capacidade para 20000 pessoas e a cúpula alcança uma altura de 136 metros.

 

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Foi possível admirar impressionantes obras de arte nesta que é considerada a maior basílica do mundo, como:

-Piedad de Miguel Ângelo (Pietá)

-Estátua de San Pedro em seu trono

-Baldaquino de Bernini (baldacchino)

-Túmulos dos santos João Paulo XXIII e João Paulo II

Todo o interior da basílica impressiona. Saímos diretamente para a Praça de São Pedro. Em acontecimentos mais destacados esta praça chegou a albergar mais de 300000 pessoas. As 284 colunas de 16cm cada uma e 88 pilastras que rodeiam a praça em pórtico de quatro filas abrem-se a cada lado simbolizando um abraço de acolhimento da igreja que parece convidar o visitante a entrar. No alto das colunas existem 140 estátuas de santos.

 

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Depois voltámos ao autocarro que nos levou de volta ao largo della Pace em Civitavecchia. Foi uma excursão cheia de imprevistos e com uma guia completamente despistada. Gostámos do que ficámos a conhecer, mas com uma sensação de que foi tudo à pressa.

O serviço de shuttle bus do porto levou-nos de volta ao navio onde chegámos por volta das 18 horas. Fizemos um lanche rápido no MiniBites, um bar situado no deck das piscinas.

Depois foi altura de descansarmos um pouco, antes das atividades da noite. E para esta noite optámos por um traje em tons de vermelho para combinarmos com o tema de uma das festas da noite.

Às 19h45 decorreu a Parade na promenade. Trata-se de um desfile onde participam muitos elementos da tripulação com uma boa disposição contagiante.

 

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Depois ainda fizemos umas compras nas lojas da Royal Promenade que em determinadas horas têm promoções.

O jantar decorreu como hábito às 21 horas no restaurante principal.

 

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Às 10h30 assistimos ao espetáculo “The Hideaway Heist” no Aqua Theater que foi como um mergulho na comédia.

A partir das 11h30 começou a festa “Red – The Nightclub Experience” no Studio B e foi onde terminámos a noite deste que foi um grande dia passado por terras romanas.

 

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...continuar a ler - Dia 7: Capri e Nápoles

 

 Titi

 

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 5: Navegação

Navio Harmony of the Seas - Royal Caribbean

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

Dia 5 - Navegação

 

Neste dia aproveitámos para descansar até mais tarde e optámos por tomar o pequeno-almoço no Solarium Bistro. Com todos os passageiros a bordo calculámos que o Windjammer poderia estar com muito movimento, e o solarium, apesar de não dispor de tanta variedade, tem o essencial e o ambiente é muito mais tranquilo.

O comandante informou que durante o início da tarde o navio já teria autorização para partir e que iríamos diretamente para o porto de Civitavecchia, como estava programado para o dia seguinte.

Tivemos de adiar a nossa ideia de visitar Florença para uma outra oportunidade e desfrutar deste dia de navegação.

 

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O dia de navegação é considerado o dia das experiências a bordo, tendo apenas o azul do mar mediterrâneo como cenário. E foi isso mesmo que fizemos ao aproveitarmos para experimentar algumas atividades em que já tínhamos demonstrado interesse mas ainda não tinha surgido oportunidade.

Assim sendo, fomos até à zona do Flowrider, no sports deck, onde existe um simulador de surf e outro de bodyboard. Assistimos a pessoas que nunca praticaram estas modalidades e tiveram a oportunidade de aprender e também a algumas pessoas que com alguma prática aguentaram mais tempo em cima da prancha.

 

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Na zona da piscina principal existe o “The Perfect Storm Waterslides” que são três slides aquáticos que se estendem ao longo de três decks. E cada um tem o seu nome: o Cyclone e o Typhon percorrem cinco decks, e o Supercell em formato de taça de champanhe lança os aventureiros para uma piscina.

 

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Decorreu também uma aula de zumba com o diretor do cruzeiro e antes de almoço ainda me aventurei no Ultimate Abyss. A imagem de uma boca gigante de um monstro marinho é a entrada para esta aventura que acontece a 45 metros acima do nível do mar. Este escorrega sem água faz os passageiros deslizarem a 14 Km/h por tubos cheios de curvas ao longo de um percurso que desce 10 decks até à Boardwalk. Durante a descida existem ainda efeitos sonoros que tornam a experiência multissensorial. Quando cheguei ao final só pensei: missão cumprida!

 

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Almoçámos mais uma vez no no Windjammer Marketplace. Os sabores oferecidos ao degustar cada refeição fazem-nos viajar dentro da viagem.

 

Depois do almoço voltámos à Boardwalk onde estavam a decorrer pinturas faciais às crianças bem como o Ballon Twisting.

As crianças também estão sempre entretidas. No Adventure Ocean são divididas de acordo com a sua faixa etária em atividades específicas para elas.

 

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Na Royal Promenade decorreu uma aula de dança dos anos 90 numa preparação para a festa que iria acontecer à noite.

Durante a tarde, e com o navio já em navegação, não faltaram encontros com as personagens da Dreamworks. Houve ainda um torneio de golfe.

 

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Às 21 horas jantámos no restaurante principal.

 

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De seguida começou a festa “Totally Awesome 90`s Street Party” na Royal Promenade com o habitual bom ambiente de festa vivido a bordo.

 

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Às 23h45 assistimos no Royal Theater a um espetáculo de magia – Hector is Magic. Foi repleto de truques de magia e bom humor.

 

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Demos por terminada esta noite que seria mais curta pois teríamos que madrugar no dia seguinte.

 

...continuar a ler - Dia 6: Civitavecchia (Roma)

 

  

Titi

 

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 4: Marselha

Navio Harmony of the Seas - Royal Caribbean

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

Dia 4 - Marselha, França

 

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Chegámos ao porto de Marselha por volta das 9 horas da manhã e era suposto ficarmos até às 18 horas.

Marselha é a oitava cidade mais populosa da França. O seu bom clima, as praias, os vários edifícios históricos e o seu importante e significativo porto marítimo atraem muitos turistas.

Marselha tem um longo porto de cruzeiros com vários terminais. Apenas pequenas embarcações podem atracar próximo do centro da cidade, em La Joliette. Os navios de cruzeiro atracam em Môle Leon Gourret (porta nº4) que fica a cerca de 8-10 Km de Vieux-Port, o centro histórico da cidade.

Fora do terminal de cruzeiros podemos optar pelo autocarro público, shuttle (18$) ou táxi (25€) como meio de transporte até ao centro. Era cerca das 9h30 quando saímos do navio e andámos até à saída da porta nº4 para apanharmos o autocarro nº35. Este porto é extremamente movimentado mas é possível caminhar até à saída num percurso de cerca de 20 minutos (1,5Km). Para tal bastou seguir uma linha verde pintada no chão, que indica o percurso até ao cimo de um viaduto onde pára o autocarro que nos levou gratuitamente até à estação La Joliette (15 minutos). Este autocarro passa a cada 20 minutos.

A partir de La Joliette caminhámos pela Rue de République até chegarmos a Vieux-Nice.

 

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Este antigo porto representa história, sendo a entrada do porto protegida pelos fortes St Nicolas e Sain Jean. Existe um calçadão muito movimentado que rodeia o porto, com cafés, mercados e lojas turísticas. Foi neste local que ouvimos um grande aparato de sirenes de ambulâncias e só mais tarde percebemos o que tinha acontecido.

 

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Foi aqui que apanhámos um comboio turístico que faz viagens de ida e volta à Notre Dame de la Garde (circuito 1) e custou 8€. Durante este passeio, com audioguia, passámos pelos fortes, palácio Pharo, Abadia St Victor`s e pela corniche com vista para Les Calanques.

Ao chegarmos à catedral de Notre Dame de La Garde o comboio faz uma paragem de 30 minutos que nos permitiu conhecer o interior da catedral. É uma basílica dedicada ao culto católico e situa-se a 162 metros de altura de Vieux-Port o que permitiu maravilhosas vistas de toda a cidade e do mar mediterrâneo, incluindo a ilha de If. Esta catedral merece uma visita e permitiu ficarmos com uma noção da dimensão da cidade.

 

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De regresso a Vieux-Port percorremos a avenida Canebière que tem imensas lojas, galerias e teatros. Foi também nesta avenida que apanhámos o autocarro nº81 que nos levou até à Plage des Catalans. A costa de Marselha oferece uma variedade de praias. Saímos na paragem Corse 4 Septembre e andámos até esta praia de areia dourada que foi uma excelente opção para nos refrescarmos do calor que se fazia sentir nesta cidade.

 

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Após algum descanso apanhámos o mesmo autocarro nº81 e saímos em Canebière Vieux-Port. Depois fizemos o caminho de regresso a La Joliette, mas desta vez pela Bd du Littoral, passando pelo Fort Saint-Jean, a igreja Saint Laurent e a catedral Santa María la Mayor.

O Fort Saint-Jean do século XII é hoje um espaço de exposições do Museu das Civilizações da Europa e do Mediterrâneo.

 

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A igreja Saint-Laurent é um edifício de estilo românico-provenzal com três naves separadas por pilares quadrados.  

A catedral Santa María la Mayor é um edifício imponente de estilo românico bizantino com arquitetura grandiosa.

 

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Ao chegarmos a La Joliette apanhámos de volta o autocarro nº35 e saímos na paragem Litoral Gourret. A partir daqui fizemos o mesmo percurso de regresso ao navio seguindo a mesma linha verde pintada no chão.

Chegámos ao navio já perto das 17 horas quando fomos informados do trágico acidente que tinha acontecido a bordo. Durante o habitual exercício de testes de segurança com a tripulação um bote salva-vidas desprendeu-se e caiu de uma altura de dez metros onde estavam cinco tripulantes a bordo. Esta queda levou à morte de um tripulante e os outros quatro ficaram feridos. Foi aqui que associámos ao som das sirenes das ambulâncias que tínhamos ouvido de manhã quando estávamos no porto.

Fomos informados pelo comandante que o navio só poderia partir depois das autoridades Francesas autorizarem e percebemos que a escala do próximo dia em La Spezia seria cancelada. Tínhamos uma excursão reservada com uma agência externa até Pisa e Florença, e conseguimos desmarcar.

Fizemos um lanche no Park Café com alguma falta de ânimo após as notícias recebidas. De seguida fomos até ao Guest Service, onde encontrámos um rececionista brasileiro que já conhecíamos do primeiro cruzeiro, para sabermos mais esclarecimentos da situação ocorrida.

De facto os acidentes acontecem a qualquer hora e em qualquer local.Após termos vivenciado dois dias de pura diversão foi angustiante ver os rostos da tripulação ao perderem um elemento da sua família a bordo. E é de salientar o esforço de toda a tripulação ao tentarem suavizar a situação e demonstrarem entusiasmo nos dias seguintes. 

Às 19h30 assistimos ao espetáculo Grease no Royal Theater. Trata-se de um famoso musical da Broadway que conta a história do romance de Sandy e Danny, com excecionais coreografias. Durante o musical ouvimos famosas canções clássicas dos anos 70, como por exemplo “Summer nights”, “Look at me”, etc.

 

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Depois deste brilhante espetáculo tivemos o jantar no restaurante principal e depois ainda assistimos a um espetáculo de comédia com Tony Marrese.

 

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Foi um dia bem passado em Marselha e em especial pela conjugação da visita ao centro da cidade com as vistas da Corniche na beira-mar deste território. Mas a dúvida persistia e não sabíamos quando iríamos deixar este porto Francês, estando os destinos seguintes comprometidos. Como já referi, neste navio estamos sempre ocupados com alguma coisa, mas acordar todos os dias num local diferente é o que para mim torna estas viagens mais fascinantes.

 

 

...continuar a ler - Dia 5: Navegação

 

 

Titi

 

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 3: Palma de Maiorca

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

Dia 3 - Palma de Maiorca, Espanha

 

No segundo dia, a bordo do maior navio do Mundo, estivemos em Palma de Maiorca entre as 8 e as 16 horas. Maiorca é a maior ilha do arquipélago das ilhas baleares, sendo cercada pelo mar mediterrâneo.

 

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Já conhecíamos esta ilha de uma viagem de uma semana em 2007 em que a percorremos de carro. Assim sendo, tínhamos previsto ir até à praia ou até ao centro consoante as condições meteorológicas.

Depois do pequeno-almoço no Windjammer saímos do navio já perto das 10 horas. Como estava um dia de sol e calor optámos por ir até à praia mais próxima que foi a Cala Mayor.

A maioria dos navios atraca na estação marítima que se encontra a 6 Km do centro. Dependendo da capacidade do porto e da dimensão dos navios existe a possibilidade de atracarem no porto de Pí que dista 8 Km do centro e das principais atrações. O Harmony of the Seas atracou no porto de Pí, pelo que ao sairmos do navio fizemos uma caminhada desde a estação do porto de Pí até à avenida Gabriel Roca. Aqui apanhámos o autocarro L104 que por 2,10€ nos levou à Platja Cala Mayor.

Para quem não conhece a ilha e pretende ir até ao centro, a Royal Caribbean disponibilizou um shuttle até à catedral por 8€. Existe também o bus nº1 da empresa EMT que faz o percurso entre o terminal e a Plaça d`Espanya por 2,50€. No centro desta cidade existem vários edifícios e museus para visitar, como por exemplo: Catedral de Palma, Palácio de la Almudaina, Museu de Maiorca, Castillo Bellver, Pueblo Español, Plaza Mayor, etc.

A pequena praia Cala Mayor de 200 metros de comprimento fica em frente ao Hotel Nixe Palace e é a mais próxima do centro. Foi a escolha ideal para desfrutarmos algumas horas do bom tempo e relembrarmos a fantástica água do mar que esta ilha nos proporciona.

 

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Regressámos ao navio perto das 15 horas fazendo o mesmo percurso de volta. E é neste momento que conseguimos ter uma perceção maior da dimensão do navio perante os outros.

 

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Após o almoço tivemos o resto da tarde para continuar a explorar o navio e deixar-nos surpreender com as atividades a bordo.

Tivemos a festa com dança da Dream Works no Aqua Theater onde o Po do Panda Kung Fu, o Shrek, a Fiona, o gato das botas, o leão Alex, a hipopótamo Gloria, o rei Juliano e os pinguins de Madagáscar dançavam coreografias e deixaram as crianças deliciadas.

 

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Também aqui na Boardwalk decorreu o festival para famílias com toda a avenida decorada com balões. Após a partida do navio de Palma de Maiorca, houve ainda tempo de aproveitar as piscinas e os jacuzzis, com destaque para os jacuzzis suspensos que nos proporcionam uma vista desafogante sobre o mar e transmite uma calma inexplicável.

 

Nesta noite as senhoras vestiram o seu vestido longo pois era a noite de receção de boas vindas com o capitão, o que aconteceu na Royal Promenade. Após o seu discurso e habituais fotografias nesta avenida, ainda encontrámos o Shrek e a Tigressa.

 

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Às 21 horas jantámos novamente no restaurante principal.

 

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Nesta noite optámos por não reservar lugar para nenhum espetáculo, uma vez que no dia seguinte teríamos de madrugar. Após o jantar encontrámos sempre diversos bares espalhados pelo navio com música ao vivo, como por exemplo, no Jazz on 4, Dazzels, Boleros, Schooner Bar, e The Attic.

 

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...continuar a ler - Dia 4: Marselha

 

Titi

 

 

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 2: Barcelona e embarque no navio

Navio Harmony of the Seas - Royal Caribbean

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

Dia 2 – Barcelona / Embarque no Harmony of the Seas

 

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Na segunda manhã por Barcelona explorámos a zona de L`Eixample que alberga os mais requintados edifícios de estilo modernista.

Por volta das 9 horas apanhámos o metro em frente ao hotel e seguimos pela linha roxa até à Sagrada Família.

Relativamente ao funcionamento do metro de Barcelona, existem várias opções de bilhetes, o bilhete simples (2,15€), o bilhete diário (7,60€) e o bilhete T-10 (9,95€). Optámos pelo bilhete T-10 que inclui 10 bilhetes e pode ser compartilhado com mais de um passageiro, ou seja, bastou passar o bilhete pela máquina o número de vezes quanto o número de pessoas que estávamos a entrar. As crianças pagam a partir dos 4 anos.

A Sagrada Família é um símbolo de Barcelona e este famoso edifício continua inacabado. Gaudi iniciou a obra em 1883 e o seu projeto previa 18 torres altas dominadas por uma ainda mais elevada dedicada a Jesus Cristo. Apenas conseguiu completar uma das torres, a maior parte da frente este (natividade), a abside em pináculo e a cripta.

 

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A partir da Sagrada Família percorremos a Carrer de Provença até à Casa Milá (La Pedrera). Existem imensas histórias sobre esta casa de sete picos revestida por uma camada exterior ondulada em pedra e com peças metálicas nas varandas que simulam algas a flutuar.

 

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Descemos o Passeig de Grácia, uma avenida moderna repleta de lojas, onde encontrámos a Manzana de la Discòrdia. Foi aqui que arquitetos modernistas dotaram este bairro com alguns dos mais caricatos prédios urbanos alguma vez vistos. No número 35  encontramos a Casa Lléo-Morera, no número 41 a Casa Amatller e no número 43 a Casa Batlló.

 

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Depois de apreciarmos todas estas obras de espetacularidade continuámos até à Plaça de Catalunya onde apanhámos a linha verde do metro de volta ao hotel.

 

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Já eram cerca das 12 horas quando realizámos o check-out do hotel e com as malas seguimos a pé até ao Mirador a Colom onde apanhámos um autocarro até ao terminal B do porto de cruzeiros. A maioria dos navios de cruzeiro partem dos terminais A, B, C e D que são os mais distantes da entrada do porto. Os autocarros chamados Port-Bus de cor azul só operam nos dias em que chegam ou partem navios. O bilhete de ida custou 3 € e o de ida e volta para quem faz escala neste porto são 4€ com saídas a cada 30 minutos. O bilhete é comprado diretamente ao condutor.

 

Ao vislumbrarmos o navio o entusiasmo tornou-se cada vez maior. Assim que chegámos ao terminal entregámos a bagagem e a fila de entrada era gigante. Já tínhamos feito o check-in online e o facto de viajarmos com uma criança tornou a nossa entrada mais rápida.

 

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O Harmony of the Seas da Royal Caribbean foi considerado durante o ano de 2016 o maior navio do mundo, tendo sido inaugurado em Maio. O Harmony é mais do que um navio por todos os serviços e hipóteses de entretenimento que oferece. Pertence à classe Oasis, tem 70 metros de altura, 362 metros de comprimento, 65 cm de largura e capacidade total de 8500 pessoas incluindo os 2394 tripulantes. Assim que entrámos sentimos que tínhamos uma enorme cidade flutuante para descobrir.

 

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No seu interior encontramos sete bairros distintos: Central Park, Boardwalk, Royal Promenade, piscinas e zona de desportos, spa, zona de entretenimento e zona para crianças e jovens.

Tínhamos à disposição 20 restaurantes e 15 bares e as opções de entretenimento eram imensas: 4 piscinas principais e várias mais pequenas num total de 23, 10 jacuzzis, slides aquáticos, spa, ginásio, casino, sala de jogos, biblioteca, sala de exposições, cinema, teatro, mini golfe, campo de basquete e voleibol, patinagem no gelo, court de ténis, pista de jogging, carrousel, zip line, flowrider, 2 paredes de escalada.

 

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Assim que entrámos diretamente para a Royal Promenade, que é uma grande avenida com lojas, bares e restaurantes, ficámos fascinados e com a certeza de que a próxima semana seria repleta de emoções.

 

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Após explorarmos as respetivas cabines interiores situadas no deck 7 e onde já tínhamos o cruise compass com as actividades programadas para o dia e noite, fomos até ao Windjammer Marketplace no deck 16 para almoçarmos. Diariamente neste buffet self-service encontrámos sabores da China, Japão, Itália e Índia para além da habitual comida fast-food e comida light.

Depois do almoço programámos os espetáculos para os dias e horários que preferíamos pois nestes navios a reserva é aconselhável.

Com inúmeras atividades a decorrerem ao mesmo tempo foi difícil tomarmos uma escolha e sinceramente houve alturas em que andámos de um deck para o outro para não perdermos nenhuma diversão e desfrutarmos ao máximo desta incrível experiência.

Para quem viaja com crianças a splashway bay é uma das grandes atrações. Trata-se de um parque aquático com brinquedos interativos, escorregas, réplicas de animais coloridos que soltam jatos de água e um balde gigante que depois de cheio deixa cair a água.

 

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Durante a tarde tivemos vários encontros com personagens da Dream Works, o habitual simulacro de emergência e a partir das 17h30 começou a festa de partida no deck das piscinas, onde aproveitámos o sol e as várias piscinas e jacuzzis.

 

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Após as aventuras da tarde desfrutámos do nosso primeiro jantar no restaurante American Icon onde tínhamos escolhido o segundo turno pelo que iríamos jantar todos os dias às 21 horas. E foi neste restaurante principal que notámos a diferença entre viajar num navio com 6000 ou 3000 passageiros pois o tempo de espera é compreensivelmente maior mas mantendo o ambiente simpático e menus saborosos como já era hábito.

 

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Depois do jantar assistimos às 23 horas ao espetáculo The Fine Line Aqua Show no AquaTheater. Trata-se de um espetáculo com acrobatas aquáticos que deixam os espetadores deslumbrados. E foi sem dúvida o melhor espetáculo que assistimos a bordo.

 

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Este teatro aquático fica na Boardwalk, uma zona do navio onde encontramos igualmente jogos de rua, lojas, o restaurante Boardwalk Dog House e o irresistível carroussel que é um divertimento para crianças e adultos.

 

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Terminámos a noite na Royal Promenade junto ao Rising Tide Bar que é um incrível bar que sobe e desce ao longo de três decks.

 

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...continuar a ler - Dia 3: Palma de Maiorca

 

Titi

 

Cruzeiro Rota dos Príncipes no maior navio do Mundo - Dia 1: Barcelona

Navio Harmony of the Seas - Royal Caribbean

10 a 18 de Setembro de 2016 - Barcelona, Palma de Maiorca, Marselha, Civitavecchia, Nápoles

 

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Passados dois anos do meu primeiro cruzeiro, a minha família voltou a partir em mais uma grande aventura. Desta vez as expectativas eram ainda maiores por se tratar de um navio novo e que era considerado como o maior navio do Mundo no ano de 2016. 

 

Dia 1 - Viagem Lisboa-Barcelona

 

Finalmente tinha chegado o tão aguardado dia e pelas 6h45 da manhã já estávamos a levantar voo a partir do aeroporto Humberto Delgado em direção a Barcelona. Foi um voo operado pela TAP e com uma duração de 1h50.

Por volta das 10 horas já estávamos em terras catalãs em direção ao Hotel Auto Hogar através de um transfer que tínhamos reservado.  Optámos por viajar um dia antes do início do cruzeiro para termos a oportunidade de conhecer um pouco desta cidade.

Em relação ao hotel, localizado na avenida Paral-lel, tinha tudo o que era necessário para esta curta estadia. As instalações pareciam recentes e o atendimento foi cordial. A sua localização foi perfeita, perto das Ramblas e do Mirador de Colom, o que facilitou a deslocação até ao autocarro para o porto de cruzeiros no dia seguinte.

Fizemos o check-in, deixámos as malas na sala de bagagem do hotel e fomos à descoberta desta cidade que é o centro europeu de arte e arquitetura. Fizemos uma grande caminhada onde passámos pelas zonas de Port Vell, la Ribera, las Ramblas e Barri Gótic.

Começámos por descer a rua do hotel até ao Monument a Colom e a partir daqui percorremos a zona de Port Vell. Em tempos foi uma zona de docas industriais e foi transformada numa agradável área de lazer e entretenimento junto ao mar, onde a maior parte de atividades portuárias decorre, como a partida de pequenos barcos turísticos. O centro comercial Maremagnum fica ligado a terra pela Rambla del mar, uma passagem pedonal onde os turistas observam o levantar e baixar desta ponte. É aqui que também se encontra o Aquarium, um dos maiores da Europa.

 

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Depois continuámos a percorrer o passeio passando pelo Palau de Mar e o museu de história da Catalunha até chegarmos a Barceloneta. Contornámos as típicas e apertadas ruas de Barceloneta até chegarmos à sua concorrida praia. A rua Passeig de Joan de Bordó encontra-se repleta de restaurantes.

 

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Daqui seguimos direção até à Igreja Santa Maria del Mar, de estilo gótico catalão. A entrada é livre e já no interior acabámos por perceber que estava a decorrer um casamento.

 

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Percorremos as típicas ruas romanas em labirinto até chegarmos à Plaça del Rei, onde encontrámos o Museu d`História de Barcelona que terá sido um palácio medieval. Continuámos até à Catedral de Barcelona, do século XIV e igualmente de estilo gótico catalão.

 

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Ao redor da Plaça del Pí percorremos o conhecido Barri Gòtic, a parte mais antiga da cidade, onde existem vestígios e ruínas romanas, ruas, edifícios e praças do século XIX. Passámos por uma espécie de labirinto repleto de vielas, largos, lojas e cafés.

Daqui fomos até à avenida mais conhecida de Barcelona, Las Ramblas. Trata-se de um largo passeio pedonal repleto de árvores que se estende para sul desde a Plaça de Catalunya até à frente marítima. Em Las Ramblas encontram-se muitos restaurantes, bares, hotéis, o mercado de flores e o mercado coberto La Boqueria. Este é o mercado central mais conhecido da cidade e famoso por conter produtos mundiais. Não deixo de salientar a importância de se ter algum cuidado nesta avenida que também é frequentada por carteiristas.

 

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Já acusávamos algum cansaço pelas várias horas de caminhada aliadas ao tempo bastante abafado que se fazia sentir e também às poucas horas de descanso da noite anterior pelo que depois de almoçarmos retornámos ao hotel para ao bom modo dos Espanhóis fazermos uma cesta.

Após o descanso retomámos o nosso passeio e neste fim de tarde explorámos a zona de Montjuic e Raval. Esta é a região onde se situam muitos museus, como por exemplo: Drassanes e Museu Maritim, Museu d`Art Contemporani, Fundación Joan Miró, Museu Nacional d`Art de Catalunya.

Percorremos a avenida Paral-lel, onde se situava o hotel, até à Plaça d`Espanya. Ao chegarmos a esta praça fomos até ao centro comercial Arenas de Barcelona onde desde o piso superior da restauração obtivemos uma magnífica vista sobre esta região ao anoitecer.

 

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Depois seguimos até à Fonte Mágica que atrai multidões todas as noites. E foi isso mesmo que constatamos. Uma imensa multidão a apreciar um espetáculo de luz e música que tornam esta fonte diferente de todas as outras à noite. Os esguichos de água dançam ao ritmo da música enquanto um arco-íris de luzes coloridas gera na água um brilho néon. Este espetáculo acontece de frente para o Palácio Nacional e ao redor do Jardí Botanic e do Parc de Montjuic. Toda esta zona repleta de jardins encontra-se muito bem cuidada.

 

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Virado para o mar encontra-se o Castell de Montjuic que não chegámos a conhecer e onde no verão costuma haver cinema ao ar livre.

A noite manteve um ambiente quente e abafado e após o jantar regressámos ao hotel passando por um aglomerado de ruas em Poble Sec.

Fomos descansar e carregar baterias para o próximo dia que prometia o embarque no maior navio do Mundo.

 

...continuar a ler - Dia 2: Barcelona e embarque no navio 

  

Titi